Arquivos da categoria: Consultoria

Outras publicações

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Pagamento por serviços ambientais: uma esperança que se cumpre – Revista Opiniões – Junho – Agosto 2013

O amianto precisa ser banido – Jornal O Globo – 23/03/2013

O Impacto do Mercúrio na Saúde do Brasileiro - Jornal O Globo – 27/02/2013

É hora de reconhecer a crise e dar respostas: o que se espera do Brasil na Rio + 20 – Revista Interesse Nacional – 16/07/2012

É hora de reconhecer a crise e dar respostas – Folha de São Paulo – 05/06/2012

Ameaça sobre o legado de Jorge Amado – Folha de São Paulo – 28/03/2012

A vida fora dos partidos políticos – Folha de São Paulo – 28/06/2011

O desafio da sustentabilidade – Revista Opiniões – Junho – Agosto 2009

Brasil: vilão ou líder? – Revista Opiniões – Março – Maio 2008

 

Artigos publicados no jornal Brasil Econômico

Recursos naturais: combater o desperdício – 13/02/2014

Ufa, que calor! – 06/02/2014

Bruno Pagnoccheschi e a água doce do planeta – 30/01/2014

Boate Kiss e o “poder de polícia” – 23/01/2014

“Rolezinhos”: novas demandas dos jovens – 16/01/2014

Respeito aos direitos constitucionais dos índios – 09/01/2014

Resoluções de ano novo – 02/01/2014

Política não é só para malandros – 26/12/2013

2014: o ano de grandes oportunidades – 19/12/2013

Prisões brasileiras – 12/12/2013

Mudança do clima: falta fazer a lição de casa – 05/12/2013

A volta do anti-semitismo na Europa? – 28/11/2013

Rodízio nas estradas em feriados prolongados: por que não? – 21/11/2013

O que esperar de Varsóvia?  - 14/11/2013

O Golfo do México brasileiro? – 07/11/2013

Cuidar do lixo: o Brasil no século XXI – 31/10/2013

Decisões de longo prazo na democracia contemporânea – 24/10/2013

Fernando Haddad: um político moderno? - 17/10/2013

Produtos sustentáveis pra valer – 10/10/13

Vinte e cinco anos da Constituição – 03/10/2013

Afinal, quem é o amigo da onça? – 26/09/2013

Urbanização sustentável nas cidades brasileiras – 19/09/2013

A ciência brasileira e a mudança do clima – 12/09/2013

O chanceler Figueiredo e a COP 19 – 05/09/2013

É preciso salvar o legado socioambiental do PSDB – 29/08/2013

Combate ao terrorismo com respeito à democracia – 22/08/2013

A hora e a vez dos oceanos – 15/08/2013

A aventura do gás de xisto no Brasil – 08/08/2013

Os tribunais e o direito à vida do pato mergulhão – 01/08/2013

Parque do Gandarela: a prova dos nove da Vale – 25/07/2013

As convergências entre agricultura e biodiversidade – 18/07/2013

Crime em curso no Congresso: ameaça ao Parque Iguaçu – 11/07/2013

Grandes desafios nas novas doenças e medicamentos – 04/07/2013

Mudanças tectônicas a vista no Brasil – 27/06/2013

O recado político levado às ruas nas manifestações – 20/06/2013

A revolução silenciosa de algumas mulheres – 14/06/2013

Menos barulho e menos violência – 06/06/2013

Roberto Klabin: visionário e empreendedor – 23/05/2013

Gás de xisto: todo cuidado é pouco – 16/05/2013

É hora de repensar o modelo de licenciamento ambiental – 09/05/2013

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A imoral tentativa de inviabilizar a Rede – 25/04/2013

Engarrafamentos: o futuro que o governo planeja – 18/04/2013

Consumo sustentável e a economia circular – 11/04/2013

Trabalhos domésticos: relacionamento profissional – 04/04/2013

Gincana contra o ar que respiramos – 28/03/2013

A paz necessária entre Parlamento e opinião pública – 21/03/2013

Prática inovadora no empreendimento imobiliário – 14/03/2013

Carlos Joly: um exemplo a ser seguido – 07/03/2013

O discurso de Obama e de Marina Silva – 21/02/2013

Convenção internacional contra a obesidade – 14/02/2013

Zé Pedro: um grande herói da conservação – 07/02/2013

As lições deixadas pela tragédia em Santa Maria – 31/01/2013

Alckmin e o combate à obesidade infantil – 24/01/2013

Chega de improviso – 17/01/2013

A falta de governança dos nossos recursos hídricos – 10/01/2013

2013: Por que não sonhar? – 03/01/2013

Curto circuito nas negociações climáticas – 27/12/2012

Proteção dos solos: uma agenda comum – 20/12/2012

Mudança do Código Penal: prisão é a solução? – 13/12/2012

Por que os agricultores devem defender as abelhas? – 06/12/2012

Pergunta para o próximo ano – 29/11/2012

O recado das urnas nas eleições americanas – 22/11/2012

Tratamento digno para os animais – 08/11/2012

Os desafios e os perfis das cidades em 2050 – 01/11/2012

Código florestal e as eleições – 25/10/2012

O futuro da pediatria – 18/10/2012

Eleições e os animais – 11/10/2012

Licenciamento ambiental – 04/10/2012

Bill Gates e as privadas – 27/09/2012

As ONGs no século XXI – 20/09/2012

O bode na sala – 13/09/2012

Dilma e o Jardim Botânico – 06/09/2012

Uma jóia a ser preservada – 30/08/2012

Falta ousadia no Itamaraty – 23/08/2012

Os riscos de Romney – 16/08/2012

As redes sociais e as eleições – 09/08/2012

São Paulo no século XXI – 02/08/2012

De quem é a culpa? – 26/07/2012

Faxina política em São Paulo – 19/07/2012

A grande conspiração – 12/07/2012

Cidade sem congestionamento – 05/07/2012

Rio + 20: olhar para o futuro – 28/06/2012

Balanço parcial da Rio + 20 – 21/06/2012

Rio + 20: vai dar tempo – 14/06/2012

Desafio na política econômica – 31/05/2012

Capitalismo sustentável – 24/05/2012

Existem políticos sérios? – 17/05/2012

Produção Mais Limpa – 10/05/2012

O Bioclima do Paraná – 03/05/2012

Código Florestal sem anistia – 26/04/2012

Rio + ou – 20 – 19/04/2012

O legado da Rio + 20 – 12/04/2012

Congresso Mundial da Água – 05/04/2012

Eleição e inspeção veicular – 26/03/2012

Atitudes hostis, vítimas fatais – 19/03/2012

A Ministra e a biodiversidade – 12/03/2012

O Ministério da Pesca e o TCU – 05/03/2012

O bom exemplo paulista – 27/02/2012

O incômodo Greenpeace – 13/02/2012

A lição dos desabamentos – 06/02/2012

Lições de Economia Verde – 30/01/2012

Apenas chuvas de verão? – 23/01/2012

O futuro que nós queremos – 16/01/2012

Bichos e seus direitos – 09/01/2012

Soluções criativas para o novo ano – 02/01/2012

Sonhos para 2012 – 26/12/2011

O que esperar de 2012 – 19/12/2011

Sustentabilidade planetária, onde eu entro nisso? – 12/12/2011

Balneabilidade de praias: um mau exemplo – 05/12/2011

O Brasil em Durban – 28/11/2011

Práticas sustentáveis – 21/11/2011

A Bahia entre o século XIX e XXI – 14/11/2011

A agenda do século XXI – 07/11/2011

Nova governança ambiental - 31/10/2011

Antropoceno: a nova era – 24/10/2011

O exemplo da Turma do Bem – 17/10/2011

As cavernas sob ameaça – 10/10/2011

Adeus Wangari Maathai – 03/10/2011

Dilma na ONU: a crise econômica e a Rio + 20 – 26/09/2011

Educação para o século XXI – 19/09/2011

Brasil: um país de obesos? – 12/09/2011

Jovens: menos idealistas e mais pragmáticos? – 05/09/2011

O compromisso do Brasil com os Direitos Humanos – 29/08/2011

Rio + 20: a Praça Tahrir da Humanidade – 22/08/2011

Aliança pelas cidades frias (cool cities) – 15/08/2011

Ética no uso do celular – 08/08/2011

Uma agenda do século XXI – 01/08/2011

Exemplo para a Rio + 20? – 25/07/2011

Rio + 20: a sabedoria de E.F. Schumacher – 18/07/2011

Adeus a Itamar – 11/07/2011

Ampliar a cidadania socioambiental – 04/07/2011

Cabe atenção ao exemplo do Sushi – 27/06/2011

Sustentabilidade na propaganda – 20/06/2011

Brasil: democracia sem alma – 13/06/2011

Código Florestal, energia nuclear, C40: os desafios do século XXI – 06/06/2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Projetos de nível nacional e internacional

A Fabio Feldmann Consultores, através da vasta experiência de seu principal sócio, Fabio Feldmann, elabora, coordena e/ou orienta projetos na área ambiental e de desenvolvimento sustentável, tanto nacionais quanto internacionais. Tais projetos visam, principalmente, a excelência da gestão ambiental e a disseminação dos princípios de desenvolvimento sustentável nas empresas e organizações da sociedade civil.

Esta orientação pode ser relativa a diversos aspectos do projeto, como por exemplo:

  • Legislação ambiental, políticas públicas e normas brasileiras aplicáveis ao projeto;
  • Funcionamento e procedimentos adotados nos diversos órgãos públicos, com ênfase nos ambientais, que estejam relacionados ao andamento do projeto;
  • Práticas e processos brasileiros, entre outros.

Palestras, cursos e seminários

Cada vez mais os temas relacionados ao meio ambiente e ao uso de seus recursos; desenvolvimento sustentável e adoção de práticas de responsabilidade corporativa têm assumido grande importância no cenário internacional, o que certamente é refletido em âmbito nacional. Esta tendência leva as empresas e organizações da sociedade civil a terem que se capacitar, buscando por informações que inicialmente não fazer parte de sua expertise.

Desta forma, a Fabio Feldmann Consultores dissemina informações de qualidade nestes temas e capacita diferentes equipes, para que as empresas e organizações da sociedade civil possam atuar e competir neste emergente mercado.

Estas iniciativas podem assumir o caráter de palestras, seminários ou cursos mais extensos de acordo com a demanda e contam com a participação de especialistas de diversas áreas diferentes.

Projetos especiais nas áreas de meio ambiente e desenvolvimento sustentável

A Fabio Feldmann Consultores orienta e coordena projetos especiais que visam a excelência da gestão ambiental e a disseminação dos princípios de desenvolvimento sustentável nas empresas e organizações da sociedade civil.

Através de tais projetos, que são formulados de acordo com as demandas específicas de cada caso, torna-se possível às diferentes organizações que introduzam em seus processos e rotinas, práticas antes desconhecidas, o que tem o potencial de agregar valor à sua marca e produtos. Estes projetos podem ser implementados em setores e áreas específicas das empresas e organizações ou nelas como um todo, de acordo com o objetivo final a ser alcançado.

Articulação e engajamento dos stakeholders

Após o desenvolvimento do Mapa dos Stakeholders da organização, este deve ser criteriosamente avaliado para que as estratégias de articulação e engajamento possam ser formuladas.

Nossa proposta para o processo de engajamento dos stakeholders está baseada nos princípios de democracia, equidade, transparência, inclusão, legitimidade e flexibilidade, reconhecendo que todo processo que envolva stakeholders é um processo de aprendizado. Todos os participantes devem estar dispostos a aprender com e sobre os outros envolvidos, assim como trabalhar em equipe para alcançar soluções integradas e acima de tudo criativas para as questões existentes ou que possam vir a existir.

As atividades desenvolvidas como forma de promover o engajamento dos stakeholders geram uma série de benefícios para a organização, entre eles:

  • Identificação de potencias problemas;
  • Diminuição dos riscos e conseqüente prevenção de crises;
  • Melhor avaliação da empresa como um todo;
  • Melhor imagem e mais segurança para atuar.

O processo estratégico de articulação e engajamento dos stakeholders começa necessariamente com uma ampla consulta aos mesmos. Isso pode incluir pesquisas, grupos focais, painéis comunitários, seminários e workshops, além de outros veículos.

Através destas consultas são geradas informações precisas e de qualidade, que ao analisadas levam à formulação de estratégias sólidas de engajamento e articulação dos diferentes stakeholders. Tais informações podem identificar temas que devem ser melhor tratados pela organização, antevendo possíveis crises, assim como temas que devem ser melhor explorados pela organização por se relacionarem com certas vantagens competitivas da mesma.

A Fabio Feldmann Consultores, através da formulação deste diagnóstico situacional, formula as estratégias de engajamento da empresa nas comunidades, com as organizações da sociedade civil e os demais stakeholders. Além disso, articula e gerencia a implementação de parcerias estratégicas.

Mapa dos stakeholders

Para criar uma esfera de confiança e comprometimento e ter simbolicamente o direito de operar (license to operate), as empresas estão vislumbrando a necessidade de iniciar novos tipos de relacionamento com seus stakeholders.

Trata-se, por um lado, de divulgar sua atividade, de conhecer e acatar a opinião dos diversos stakeholders e de responder às tais preocupações. Trata-se também de gerir os possíveis conflitos de interesse, de estabelecer compromissos de progresso, de gerar e divulgar informação de confiança e de criar verdadeiras parcerias que vão envolver os stakeholders em relações cada vez mais profundas com a empresa.

O mapeamento dos stakeholders permite que a organização visualize de forma mais clara e objetiva todas as partes interessadas em seu negócio, tanto favorável quanto desfavoravelmente. Conseqüentemente, este mapeamento permite que estratégias mais focadas sejam formuladas, maximizando as oportunidades de sucesso. Para uma organização que almeja o bom relacionamento com seus stakeholders, é de extrema importância que esta primeira etapa seja realizada da forma mais completa possível, servindo de base para tomadas de decisão mais estratégicas.

Relatórios de sustentabilidade

As maneiras com as quais as empresas lidam com o desenvolvimento sustentável e o resultado de suas abordagens integradas serão os prismas de avaliação de sua atuação no mercado. A iniciativa pioneira na elaboração de Relatórios de Sustentabilidade foi da Global Reporting Initiative – GRI. Por termos acompanhado o desenvolvimento desta entidade, estamos aptos a divulgar os princípios e a elaboração desses relatórios com base nas Diretrizes do GRI.

Sinalizar diretrizes de sustentabilidade como meta de desenvolvimento das empresas e instituições é uma tendência mundial que se expande a todo o momento como forma de comunicação da Responsabilidade Social Empresarial.

A elaboração de Relatórios de Sustentabilidade tem o potencial de promover informações críticas para análise de negócios, uma vez que estas informações costumam estar ausentes em relatórios financeiro. Elas complementam os relatórios financeiros capazes de antever as condições futuras que podem aprimorar o entendimento por parte dos usuários do relatório de questões como, por exemplo, a formação de capital humano nas empresas, governança corporativa, gerenciamento de riscos e passivos ambientais e a capacidade de inovação.

O GRI reconhece claramente que o processo de engajamento dos stakeholders não começa nem termina com a publicação de um Relatório de Sustentabilidade. Num contexto mais amplo, esse processo almeja aumentar a compatibilidade, a consistência e a utilidade dos próprios relatórios, já que cada vez mais as empresas enfatizam suas relações com partes externas, de consumidores a investidores e grupos comunitários, constituindo assim uma das chaves do sucesso empresarial, a transparência e o diálogo aberto sobre sustentabilidade e desempenho ajudam a reforçar as parcerias e a criar confiança entre os stakeholders em geral.

O que é o GRI?

Global Reporting Initiative (sigla em inglês que designa Iniciativa Global para Apresentação de Relatórios) é uma iniciativa de múltiplos stakeholders, que visa desenvolver, promover e divulgar uma estrutura geral para apresentação de relatórios sobre o desempenho econômico, ambiental e social de uma organização. Estes relatórios são geralmente conhecidos como “Relatórios de Sustentabilidade”. O GRI busca transformar a elaboração destes relatórios sobre sustentabilidade em uma rotina e conferir-lhes a credibilidade como as demonstrações financeiras em termos de comparabilidade, rigor e verificabilidade. Além disso, os relatórios elaborados de acordo com as diretrizes propostas pelo GRI permitem que se faça um amplo benchmarking entre as empresas, uma vez que todas apresentam os mesmos indicadores em seus relatórios.

(O Modelo GRI e a Experiência Brasileira – GRI e Instituto Ethos)

Ilustração: Ciro Girard

Ilustração: Ciro Girard